O Dr. Charles Rosenblatt é um dos nomes de destaque da urologia brasileira, com formação sólida no Brasil e nos Estados Unidos e mais de três décadas dedicadas à medicina. Especialista em cirurgia robótica, urologia oncológica e saúde masculina, atua em hospitais de excelência como o Albert Einstein e o São Luiz, em São Paulo. Autor premiado e membro ativo das principais associações médicas do mundo, combina experiência clínica, inovação tecnológica e visão humanizada no cuidado com seus pacientes.
Reconhecido por sua atuação em áreas sensíveis como câncer de próstata, infertilidade masculina, disfunção erétil e HPV, o Dr. Rosenblatt alia precisão técnica com atenção personalizada, oferecendo diagnósticos assertivos e tratamentos de última geração. Seu trabalho é pautado pela ética, pela ciência e pelo compromisso em proporcionar qualidade de vida a cada paciente.
Com um histórico acadêmico de mestrado e doutorado em Urologia pela USP, além de um MBA em Gestão de Saúde, o Dr. Charles Rosenblatt une conhecimento científico e visão estratégica, consolidando-se como referência em urologia moderna e trazendo para o Brasil o que há de mais avançado na medicina mundial.
Um estudo nacional sobre o Câncer Renal (Encare), realizado pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) aponta que 73% das pessoas receberam diagnóstico de câncer de rim depois de passar por um ultrassom abdominal por outro motivo. Por isso, o diagnóstico precoce faz a diferença. É que esse estágio, o percentual de cura em tumores pequenos ultrapassa os 80%. No entanto, de acordo com o Encare, quase 40% dos casos de câncer de rim, por exemplo, são diagnosticados quando o tumor está nos estágios avançados e com poucas chances de cura.
As causas para o surgimento do câncer de rim não são totalmente conhecidas. Sabemos que cigarro, obesidade, herança genética e hipertensão são fatores de risco para o desenvolvimento da doença. Dados do Encare apontam como principais vilões nessa patologia a hipertensão e a obesidade em 46% e 18%, respectivamente.
Com uma representatividade de cerca de 85% dos tipos de tumores nos rins, segundo a Sociedade Americana de Oncologia Clínica, o carcinoma de células renais (CCR) é um tipo bastante agressivo e, até pouco tempo, com poucas opções de tratamento. A doença representa aproximadamente 2% dos novos casos de câncer e causa cerca de 100 mil mortes anualmente no mundo.
Em relação aos tratamentos para o carcinoma renal, a cirurgia para retirada do tumor é a forma mais indicada nos casos mais precoces. Porém, apesar da remoção por cirurgia, o tumor retorna em 33% dos pacientes. Nestes casos, outras terapias podem ajudar, mas somente um médico pode prescrevê-las adequadamente.
Uma nova e grande aliada no combate aos diversos tipos de câncer é a terapia-alvo, que tem como principal característica a seletividade da ação. Esse tratamento atinge preferencialmente partes importantes das células tumorais e age diferentemente da quimioterapia tradicional – que ataca todas as células que se multiplicam rapidamente, sem fazer diferenciação entre as saudáveis e as tumorais. Por ter ação tão específica, esse tipo de tratamento (inibidores de tirosinoquinases, inibidores mTOR e anticorpos monoclonais) provoca menos efeitos colaterais.
Nos últimos cinco anos, o tratamento do câncer de rim está entre os que mais avançaram. Isso só foi possível em razão do desenvolvimento de novos medicamentos, elaborados a partir de uma maior compreensão da biologia do tumor de rim. Com isso, os pacientes ganharam mais opções terapêuticas e, consequentemente, estão vivendo mais e com melhor qualidade de vida.
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